Notas
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O livro saiu pela primeira vez em 1900, sob o título
de "O maravilhoso mágico de Oz". Três
anos depois ganhou várias continuações.
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Cinco estúdios lutaram pelos direitos de O mágico
de Oz, livro escrito por L. Frank Baum. Não havia muitas
dúvidas que a MGM levaria a melhor na disputa.
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Essa não foi a primeira filmagem. Em 1925 foi realizado
um longa metragem dirigido por Larry semon (fazendo o Espantalho),
e que tinha Dorothy Dwan como a Dotothy e Oliver Hardy (O
futuro Gordo da dupla O gordo e o magro) no papel do Homem
de Lata.
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Para os papéis dos habitantes da cidade de Munchkinland
foram contratados 350 anões, que foram encontrados
por um especialista.
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O papel da bruxa inicialmente iria para Galé Sondergaard,
que fez diversos testes, mas quem acabou faturando foi a desconhecida
Margaret Hamilton.
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Foi discutida a possibilidade de contratar Shirley Temple
para o papel, mas ela sairia muito cara para o papel. Deanna
Durbin também foi sondada, mas como estava em outro
estúdio (Universal), a MGM desistiu, pois não
queria divulgar uma estrela de outro estúdio. Coube
a Judy o papel principal.
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O Mágico de Oz foi produzido com o que havia de mais
moderno na época: tecnicolor. Mas para não ficar
tão caro, foi decidido que as partes do Kansas seriam
feitas em P&B.
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Nos primeiros testes de roupas, Dorothy aparecia de cachinhos
dourados. Quando o diretor a viu, arrancou a peruca, tirou
a maquiagem dela, escolheu também um vestido mais simples.
Estava pronta.
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O ambiente era bem hostil para Judy, uma atriz iniciante,
que ganhava o papel principal: Bolger e Haley gostavam dela,
mas tinham medo que ela ofuscasse suas aparições.
Mas ela estava sempre gentil e educada, tratando a todos por
senhor.
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Judy tinha 16 anos quando o filme foi realizado, e usou um
espartilho bem apertado, que tentava esconder os sinais de
uma adolescência, afinal a Dorothy deveria ter 10 anos.
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Custo final da produção: U$ 2.777.080,00. Tornou-se
o terceiro filme mais caro da MGM, ficando só atrás
de Bem Hur e Terra dos deuses.
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A pré-estréia ocorreu em junho, em San Bernadino.
Foi lá que foi decidido que duas canções
seriam cortadas: “The jitterbug” e “Over
the rainbow”. Na última hora foi decidido que
“Over the rainbow” ficaria. Com relação
a “The jitterbug”, ainda restam fragmentos gravados
numa câmera caseira, e quem viu diz que ela não
se encaixava direito no filme.
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Judy ganhou um Oscar especial por seu trabalho no filme, concedido
às estrelas jovens.